Elas só querem entrar na moda – Exame 969

“Boa parte das companhias brasileiras já percebeu o potencial das redes sociais. O problema é que, embora queiram aproveitar a onda, elas ainda estão patinando no assunto. Uma pesquisa da consultoria Deloitte com 302 empresas revela que a divulgação pura e simples de produtos ainda é a iniciativa mais usada em comunidades como Twitter e Facebook. São raras as companhias que aproveitam os recursos da web 2.0 para trocar informações com os consumidores e, assim, dar uma força extra aos negócios. “As redes sociais ainda são uma via de mão única para as empresas brasileiras”, diz Fabio Cripriani, coordenador da pesquisa. Veja as principais conclusões.”

Mais uma evidência que a grande maioria das empresas, políticos e entidades presentes nas mídias sociais ainda não entenderam que elas são utilizadas para diálogo, e o grande valor está em aproveitar a oportunidade de realmente se comunicar com os cliente, e isso inclui ouvir, e parece que as empresas não sabem como fazer isso ou acreditam que trata-se apenas de repetir as mensagem usadas nos outros meios.

A matéria me lembrou a questão do “enrolation” adaptado para uma mídia de “verdaderation” criando uma espécie de Frankenstein da comunicação bla bla bla.

Publicado em Matérias e Artigos | Marcado com , , , , | Deixe um comentário

Nepo e a ruptura

Ele vive de estudar, questionar, divulgar, discutir e repensar a mudança que a internet trouxe para a civilização.  Recomendo fortemente que quem tiver tempo e interesse para estudar as tão faladas novas mídias, precisa ouvir um pouco o que o Nepo está falando e principalmente trocar idéias com ele. Seja através do Blog do Nepo, cursos de pós graduação, como no meu caso, através do grupo de estudos, das palestras e wikishops que ele promove ou lendo o e-book Civilização 2.0.

Nas aulas que tivemos com ele na #posmktdig ficou claro que o que estamos presenciando é muito maior do que o hype das mídias socias. Desde que o módulo Ruptura 2.0 acabou prometi fazer um resumo das aulas para colocar no blog da dig6, e agora que acabei de ler uma parte do e-book percebo que grande parte do que aprendemos e nos coovencemos está lá. Por isso, apenas pincei algumas partes fundamentais do trecho inicial e faço o convite para a leitura de todo o texto. Mesmo não tendo lido até o final, pude perceber rapidamente que trata-se de um sequenciamento lógico das discussões, que para melhor ainda será constantemente atualizado pelo Nepo e o pessoal que o apóia no projeto. Então, o livro serve para quem não conhece o trabalho do Nepo e também para nós que estivemos com ele, para que possamos relembrar o que discutimos e para acompanhar a evolução da conversa.

  • Somos a última geração só do papel, da mensagem fechada unidirecional.
  • a Internet funda uma nova civilização.
  • só é possível entender a micro-história, se levarmos em consideração as mudanças nas tecnologias cognitivas, que criam uma espécie demacro-história, pois quando mudam de forma radical influenciam todo o resto.
  • Sem melhorias das tecnologias cognitivas, por exemplo, a escrita não teríamos construído a sociedade que temos hoje. São o centro, a base, para que todo o desenvolvimento de outras tecnologias e, por sua vez, domínio da natureza aconteçam.
  • Mudanças nas tecnologias cognitivas significam mudança no tabuleiro geral da civilização. E não apenas nas regras do jogo! Quando se alteram de forma radical as tecnologias cognitivas, há uma rearrumada geral do tabuleiro, nas regras, do jogo, tudo ao mesmo tempo, embaralhado, fundando novas civilizações. Ou uma civilização, num mundo globalizado como o nosso.
  • Diferente dos animais, que contam basicamente com o instinto para sobreviver, o ser humano depende da informação, da comunicação e do conhecimento para se manter vivo, desde que desceu das árvores há milhares de anos.
  • Contamos, assim, praticamente com a nossa capacidade cognitiva, do nosso cérebro, para nos adaptarmos aos ambientes que vivemos, através da criação de variadas tecnologias e metodologias que ampliam a nossa capacidade de vida num planeta, que,  por incrível que pareça, bastante inóspito para a nossa espécie.
  • Como precisamos ampliar esse poder cognitivo, desenvolvemos também tecnologias cognitivas17 (fala, escrita, rádio, tevê, computador), que criam ambientes de informação, comunicação e  conhecimento, com o intuito de poder criar as outras ferramentas.
  • As tecnologias cognitivas que ampliam nossa capacidade de conhecer e transmitir o que sabemos são pré-condição para que possamos desenvolver as outras tecnologias gerais.
  • Cada pessoa que nasce, assim,  precisa chegar ao mundo e receber uma espécie de “óstia do conhecimento” para ir daqui (daquilo que conhecemos) em diante (inovando quando possível) e não voltarmos para trás naquilo que já dominamos18
  • Quando uma tecnologia cognitiva se torna obsoleta para os desafios, cria-se novas.
  • Quanto mais uma dada sociedade, país, grupo, organização conseguem desenvolver e se apropriar das tecnologias cognitivas mais capacitados estarão para desenvolver as outras tecnologias e mais apta estará para sobreviver.
  • Assim, uma nova tecnologia cognitiva abre nova Era Cognitiva19

Leia o restante do texto.

Se estiver com preguiça de ler, dê uma olhada nos vídeos.
[videolog 545112]

Apresentação do Nepo na Vale








Nossas Aulas:

Publicado em Aulas e Palestras | Marcado com , , , , , | Deixe um comentário

EUA – Crise na educação

A animação faz parte da introdução do documentário Waiting for “Superman” dirigido por Davis Guggenheim, o mesmo de Uma Verdade Inconveniente. Gostei muito da proposta do filme, descobri por engano no FlowingData e agora estou ansioso para ver. Fiquei pensando aqui que se tem gente preocupada com a educação nos EUA, como será que eles ficariam se conhecessem o sistema público do Brasil.
Trailer do Filme

Entrevista com o Diretor

Mais aqui

Publicado em Vídeos Bacanas | Marcado com , , , , | 1 Comentário

Trabalho Aula 1 – Nino Carvalho

Trabalho feito na primeira aula de Mkt Digital.

A proposta do trabalho era avaliar uma empresa que gostássemos de sua comunicação online e a de outra empresa/produto da qual não fôssemos clientes e que esperávamos que tivesse uma comunicação melhor.

Publicado em Aulas e Palestras, Internet | Marcado com , , | Deixe um comentário

Avaliação da Presença Online dos candidatos ao Governo do Mato Grosso

Trabalho realizado para a disciplina de Marketing Digital da Pós Graduação em Marketing Digital IGEC/Facha. Uma breve avaliação da presença online dos pré-candidatos ao governo, seguida de uma análise do caso do pré-candidato Mauro Mendes e do Movimento Mato Grosso Muito Mais.

Publicado em Aulas e Palestras | Marcado com , , , , | Deixe um comentário

Chip Conley – Mensurando o que faz a vida valer a pena

Chip basicamente fala que precisamos medir as coisas que realmente importam e que não são medidas por serem intangíveis, como a felicidade de um grupo de pessoas. Parte de um problema profissional, passa por estudar a teoria da hierarquia das necessidades de Maslow, amplamente “estudada” no marketing,  e por uma viagem ao Butão, país em que seu rei quando perguntado sobre o PIB do país, respondeu que os ocidentais eram obcecados por tal métrica quando deveriam medir a taxa de felicidade nacional, ou na apresentação GNH (Gross National Happiness).

Outra parte interessante é que ele diz que o pequeno país exportou o conceito para mais de quarenta países, que no momento apresentam alguma iniciativa para medir tal índice, entre eles a França com Joie de Vivre Index. O apresentador também cita um discurso do Robert Kennedy que mostra o que o GDP mede o o que não mede, que deveria medir.

No geral não é uma apresentação empolgante do início ao fim, mas tem um significado muito forte e importante, e no final a gente se da conta que valeu a pena assistir.

Publicado em Vídeos Bacanas | Marcado com , , , , | Deixe um comentário

Tartaruga Ninja

Encontrada uma tartaruga ninja real. Via Likecool

Publicado em Bobeira | Deixe um comentário